segunda-feira, 24 de maio de 2010

Mario kart brasuca

preciso postar isso.... tinha visto essa manhã e depois com a correria acabei não colocando aqui. Mas vejam, um homem, usuário de cadeira de rodas decidiu dar uma equipada no sua possante e com isso passa a andar pela BR101. Isso mesmo! BR101 Brasil! Seus amigos, da onça eu diria, ainda colocaram uma musiquinha do mario kart.
é engraçadinho, mas terrivelmente perigoso!
http://www.youtube.com/watch?v=l4MjeFweHv0

Hood!

A-DO-RO filmes, e um dos motivos que mais me facina é o fato de nos desligarmos da realidade dura que nos cerca por, pelo menos, uma hora e meia. Além do mais você pode notar a familiaridade que algumas cenas possuem, seja por ser parecido com algo que temos ao nosso lado, seja por alguma outra coisa que vimos no passado. Os filmes tem essa conexão, tem essa facilidade de alcançar a todas faixas, todas as etnias. Claro que nem sempre da forma como o diretor gostaria, mas alcança.
Todo esse embromation é só para falar que assisti a Robin Hood no fim de semana. Foi interessante. Digo isso porque ver um herói de infância no corpo de um homem representando alguém com mais de quarenta anos foi estranho. Estranho porque na época em que se passou a história os homens não viviam mais do que trinta, ainda mais um "crussader" (é como eles definiram quem ia para as cruzadas). Mas tirando esse contraponto a história é bacana, mais realista que do que os contos disneianos, embora ela não seja a lenda do Robin Hood conhecida por todos aqueles que a leram quando criança. Recomendo a todos que assistam, é um ponto de partida, pelo menos.

domingo, 16 de maio de 2010

O que um corvo e uma escrivaninha tem em comum?

Finalmente assisti a Alice in Wonderland. Se me permitam dizer foi uma bonita homenagem ao escritor. Burton capturou a essência da personagem e a conduziu belamente por toda a película. Analisando mais a fundo vemos que a história não é a escrita por Lewis Carol (ok não é preciso ir tão fundo quanto a isso), na verdade se passa em alguns anos a frente, com uma Alice bem crescida e indecisa. 
O filme inicia exatamente com isso, a indecisão da personagem, a fuga de seus compromissos perante a sociedade e com isso ela entra na famigerada toca do coelho. Aí deparamos com a marca do diretor. O cenário é obscuro, o personagens possuem dúbia personalidades, mas convenhamos são encantadores. Principalmente o Chapeleiro, eu sei que é o Johnny Depp, mas o personagem por si só nos remete a nossa mente, nosso consciente e inconsciente. Esse é o charme do Chapeleiro.
Os efeitos 3D não me deixaram na mão, a profundidade e até mesmo cenas que me fizeram levantar a mão para alcançar. Enfim, recomendo!! 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

dor...dor


Esse poema de Cruz e Souza é tão intenso para mim, o conheci a séculos atras na escola...e até hoje ele faz muito sentido ao que vivo, penso ou sinto...enfim, esse poeta catarina, escritor da dor, da cor, da musicalidade é até hoje, para mim, o mais importante em inspiração....
*_*_*_*


Gargalha, ri, num riso de tormenta,
como um palhaço, que desengonçado,
nervoso, ri, num riso absurdo, inflado
de uma ironia e de uma dor violenta.
Da gargalhada atroz, sanguinolenta,
agita os guizos, e convulsionado
salta, gavroche, salta clown, varado
pelo estertor dessa agonia lenta ...

Pedem-se bis e um bis não se despreza!
Vamos! retesa os músculos, retesa
nessas macabras piruetas d'aço. . .

E embora caias sobre o chão, fremente,
afogado em teu sangue estuoso e quente,
ri! Coração, tristíssimo palhaço.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

aventuras da mente, não do corpo.

Esse post é grande...deixe-me explicar...ontem voltei a jogar RPG, hehehe, e por acaso o mestre do jogo encotnrou as antigas fichas de uma outra aventura que minha turma fez.
Por isso decidi colocar aqui no Blog algumas paginas....hj é apenas um início.... para irem se interando com ela. Foi muito gosto esse tempo. Ri muito, me diverti muito, deixei minha mente ir muito mais longe do que diziam. =)

****

Olá,

Vou começar dizendo quem sou para não ter muitas dúvidas no futuro. É que falar muito não é lá o meu forte, mas através de meus pensamentos postos neste diário vocês terão a noção sobre quem sou e como vivencio minhas aventuras.

Meu nome é Arwaine, sou uma elfa e decidi desde pequena que seria uma grande maga. Apesar de nova, 129 anos élficos, ou 18 anos humanos (sempre preciso me lembrar disso, porque sei que a maioria dos que me conhecerão são homo sapiens sapiens, não seres de minha espécie) recebi um treinamento intenso desde muito mais jovem, já que meu mestre concorda com a minha atitude de ser uma grande maga no futuro. Por falar nisso, seu nome é Enialies, o sábio, e o conheci quando meus pais me deixaram em sua casa quando tinha sete anos humanos. Portanto, para mim ele mais que um mestre, é um pai.

Meus pais biológicos eu não lembro muito bem. Tenho vagas lembranças, como a de que minha mãe era uma exímia guerreira elfa, esguia e ágil como devem ser. Meu pai foi discípulo de meu mestre, portanto ele provavelmente estava tentando ser um grande mago também. Na época de meu abandono eu pensava muito no porquê de tudo aquilo. Qual o motivo de me deixarem na casa de um velho mago. Entendi depois com o tempo, claro. Eles estavam em busca de tesouros em terras muito distantes. Acredito que eles até estejam bem agora, provavelmente vivendo em alguma vila como pessoas distintas que representavam.

Mas desde que descobri sobre meus pais e a forma do porque vim para sua casa que meu mestre mudou sua forma de me tratar. Talvez seja para melhor, afinal aprendi muitas cosias sobre ataque e defesa desde então. Além disso, ele me liberou mais para caminhadas, algo que adoro, mas que sempre era impedida - inexperiência nesse momento não conta como ponto a favor. Foi nessas minhas caminhadas que conheci meu grande companheiro, Putz Grila. Esse simpático corvo deu muito trabalho no início, como todo começo de grandes amizades era preciso conquistá-lo. Tive de utilizar minhas habilidades mágicas, além de minha inteligência para torná-lo meu companheiro - eles gostam disso não se preocupem. O vi pela primeira vez próximo a um carvalho, quieto observando tudo com seus profundos olhos pretos. Com mãos impostas pro ar comecei minhas tentativas de transformá-lo em meu amigo. Já estava perto do almoço quando finalmente, em um momento de deslize por parte dele, consegui dominar sua mente. Assim, Putz Grila veio a se tornar meu fiel amigo. Normalmente ele fica no meu ombro esquerdo e a qualquer momento em que precise, lá está Putz Grila para me ajudar. Obviamente, por conta de nossa conexão mental – que ocorreu do uso da magia –, sempre que ele se fere eu sinto de tal maneira que há a nítida impressão de estar ferida também.

Moro na vila de Ralfest e lá conheci Astin, uma halfling que sempre aparece nos momentos em que o cheiro de comida está surgindo no ar. Em uma de suas idas em minha casa pude descobrir suas habilidades como ladina. Foi engraçado, pega com a mão na massa, mas tudo bem, pois acredito que ela ainda não desconfie sobre a minha descoberta.

sábado, 10 de abril de 2010

amar ou não?

o amor cortês é algo diferente, platônico e impossível a meu ver. Ontem conheci a história de uma freira, teve uma paixão avassaladora por um homem do exército, um tenente. O tempo os separou, ele precisava ir para outro país, ela ficou na terra natal, ele arranjou outra mulher para amar; ela desejou a morte e viveu a melancolia de seu amor, do seu ato de amar. Amar-se não era o suficiente e para isso precisava mandar cartas pro objeto amado. Foram publicadas cinco delas. E um trecho eu posto aqui. São cartas de lágrimas, de dor e de orgulho ferido.

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"Aceito, assim, sem uma queixa, a minha má fortuna, pois não a quiseste tornar melhor. Adeus: promete-me que terás saudades minhas se vier a morrer de tristeza; e oxalá o desvario desta paixão consiga afastar-te de tudo. Tal consolação me bastará, e se é forçoso abandonar-te para sempre, queria ao menos não te deixar a nenhuma outra. E serias tão cruel que te servisses do meu desespero para te tornares mais sedutor, e te gabares de ter despertado a maior paixão do mundo? Adeus, mais urna vez. Escrevo-te cartas tão longas! Não tenho cuidado contigo! Peço-te que me perdoes, e espero que terás ainda alguma indulgência com uma pobre insensata, que o não era, como sabes, antes de te amar. Adeus; parece-me que te falo de mais do estado insuportável em que me encontro; mas agradeço-te, com toda a minha alma, o desespero que me causas, e odeio a tranquilidade em que vivi antes de te conhecer Adeus. O meu amor aumenta a cada momento. Ah, quanto me fica ainda por dizer..."

quarta-feira, 31 de março de 2010

me emocionei....

Estava, como sempre de bobeira lendo os jornais quando resolvi dar uma entradinha no twitter. Sim, eu tenho uma conta no twitter. O microblog é bacana, me mantém atualizada e também foi um meio muito útil de continuar os contatos com amigos (caso alguém queira me conhecer lá, estou como celinaluiza). Então, estava lá lendo notícias e o que amigos e outros a quem sigam estavam escrevendo quando resolvo entrar numa página de alguém diferente.
Essa menina, a Anne, tem um blog e esse é o motivo do qual estou escrevendo hoje, nooossa! o blog dela é tão poético, bonito, Adorei! O seu último post foi mesmo de emocionar. Estou meio emotiva nesses últimos dias é verdade, mas o depoimento dela sobre o casamento...foi lindo! Pra quem quiser conhecer é só visitar o blog dela =) coloco até aqui nesse post pra facilitar pra vcs ;p
http://anne-sama.livejournal.com/