quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sentimentos sao....

Gente, como faz quando volta a se apaixonar por um filme da infância? 
A Bela e A Fera esta em cartaz nos cinemas novamente e agora com a facilidade 3D. Logicamente eu já fiquei interessada em assistir, ate porque e um dos filmes que mais me emocionei, e porque nãome apaixonei (?). Com a meta de assistir a qualquer custo nos cinemas, partir para essa empreitada na semana passada. Sim, eu posso assistir e me emocionei e ri muito com filme, exatamente como quando eu criança. Foi bom ver como certas coisas não mudam.
Bem vamos ao aspecto que me fez escrever o post. Sempre há um. Como eu sempre vejo animação, seja ela japonesa, americana, brasuca ou europeia, ocorre de me deparar com a sala de exibição lotada de crianças. Dessa vez, exclusivamente, foi diferente! Estava cheia sim, lotada ate, mas de mulheres da minha faixa etária. Imagina uma pessoa feliz. Yeah, essa era eu quando vejo um monte de adultos se amontoando nas cadeiras para ver ao filme de sua infância. A maioria delas estava sozinha, mas havia sim uma parcela de mães com suas filhas, já iniciando-as no caminho do glorioso conto de fadas.  
Ao terminar a sessão, todas aquelas mulheres, carregando suas bolsas e andando de salto saíram de la comentando sobre a Bela e a Fera e a comparando com a A Pequena Sereia, outro sucesso da Disney.
Foi um dia que vai ficar marcado, porque clássicos como esse não mudam, e embora você diga que já esta velho para desenhos, os melhores sempre ficam ali marcados em você.


Para quem não conhece a essa historia vamos a um simples resuminho. Ela conta, como em flash, ou trailler, se você preferir, a historia de Bela, uma menina doce, gentil, humilde, que se entrega de coração ao mundo dos livros. Filha de um inventor, ela acaba presa em um castelo amaldiçoado. Dentro dele vivem seres falantes, não qualquer ser, mas xícaras, espanador, relógio e ate um candelabro! Alem dos seres há também um grande monstro, de aspecto repugnante e assustador, conhecido como Fera. O enredo e embasado num conto francês antigo mas ganhou novas cores para encantar não só as crianças como também aos adultos.
O filme fez muito sucesso na época sendo o primeiro a ganhar o Oscar de melhor filme e também um Globo de Ouro em 1991. Nele, foram usados técnicas inovadoras para a época, como o uso de CGI e o de CAPS (sistema de cor automatizado). Você pode acompanhar o uso de CGI melhor assistindo a cena do baile.

Cena do baile do filme A Bela e A Fera, usando o CGI para criar um ambiente entre o desenho 2D e o ambiente computadorizado. Foi considerado uma das mais difíceis de ser feita na época, mas rende ate hoje muitos de suspiros.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Extasiada....^_^

Resolvi escrever um novo post só por conta desse trailer. Eu me apaixonei! Ainda não tive a oportunidade de ler os livros, mas eles já estão na minha lista de desejos desse ano. E ainda mais agora depois desse trailer sensacional!
Estava eu no meu dia de cinema ontem, indo assistir a Sherlock Holmes, quando o único trailer exibido por eles é rodado. Foram oito minutos de puro extase! Estou extremamente curiosa quanto ao filme agora, e ainda mais com o livro também. (Preciso encontrá-los e lê-los o quanto antes >.<') 
O trailer/curta dessa película foi muito bem montada, o que normalmente me chama a atenção em filmes e afins - a mixagem entre som e vídeo. Sou uma grande apaixonada por essa arte (e sim você precisa saber fazer direito para que ela fique de uma forma que fisgue o telespectador). E foi o caso de amor a primeira vista. 
Millenium, Os homens que não amavam as mulheres (The girl with the Dragon Tattoo), estrelando o sempre James Bond Daniel, Craig, pertence a uma triologia escrita por Stieg Larsson. A história se passa na Suécia, onde um jornalista, instigado por um empresário, resolve investigar e escrever sobre um assassinato ocorrido 40 anos atrás numa ilha. O negócio é que o assassino nunca foi encontrado e é possível que ele possa ainda estar morando nessa região!
A trama é bem amarrada, e chegou a ganhar prêmios como o British Awards. Os direitos dos livros estão em posse de uma produtora sueca, sendo que a família do escritor pode analisar de perto o material que está produzido por Hollywood. 
E claro, para deixar vocês tanta vontade quanto eu, irei deixar aqui o trailer.


Entenderam um pouquinho da minha extrema curiosidade por eles?  =3

fontes: http://millenniumtrilogy.wikia.com/wiki/The_Girl_with_the_Dragon_Tattoo_(2011_movie)
          http://www.dragontattoo.com/site/

Meu caro Watson

Ontem foi dia de cinema! Quer dizer, recebi um convite e aceitei, afinal assistir a um filme bacana em boa  companhia não tem preço. O escolhido da noite foi Sherlock Holmes, O jogo de sombras(Sherlock Holmes, A game of Shadows), dirigido por Guy Richie. 
O que posso dizer... ele é bacana, com uma edição cheia de adrenalina e piadas ácidas, típicas do diretor. Adorei o formato do filme, e como a Ana Paula falou, bem ao esquema de seus antigos sucessos, a la Snatch: porcos e diamantes (Snatch). A película é cheia de menção aos livros de Sir Conan Doyle, uma homenagem que posso permitir justa, levando em consideração que estamos falando de filmes hollywoodianos. O personagem, embora muitos tenham dito que está muito à Jack Sparrow, não achei. Para mim continua o mesmo do anterior, falastrão, louco, inconsequente (?). 
E parceria Downey Jr/Jude Law está perfeita! 
Recomendo o filme, não por ser fã do detetive britânico mais genial de todos os tempos, mas por acreditar que essa segunda parte da história (ela é uma continuação da primeira de 2009) merece uma atenção quanto a música e a edição, além é claro da atuação dos atores.

Água na boca para vocês: 


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Passeio e livros

Então, o ano chegou com tudo! E para minha pessoinha está vindo com coisas bem boas. A primeira delas é a de que pude conhecer alguns pedacinhos desse Brasil de meu Deus. Cada lugar de tirar o fôlego de tão bonito (e outras de tão caras.... -.-, mas faz parte se a cidade quer se desenvolver...)!
Praia de Maresias, São Sebastião/SP. Lugar lindo para dar um mergulho e descansar a beira do mar.

Outra foi a de poder ler muitos livros que estavam amontoando na minha estante. Consegui tirar algum atraso deles! hehehe. Um deles e que será meu post de hoje é uma série escrita pela Colleen Houck. A Maldição do Tigre (Tiger's Curse) conta a história do príncipe indiano Dhiren, sua maldição e a descoberta de um amor incondicional, Kelsey. O livro me chamou a atenção mesmo foi pela capa. O que dificilmente acontece comigo, mas após ler algumas críticas na rede decidi apostar nele. 
Bem, o primeiro livro eu achei particularmente irritante. Eu realmente queria afogar a garota na piscina! Kelsey vem a ser uma menina imatura e com problemas. Para mim isso se deixou claro. Porém, com o passar dos livros e o encaminhar da saga foi me afeiçoando a ela e também aos demais personagens, como o próprio Dhiren e ao seu irmão Kinshan. Ela foi amadurecendo e começou a me irritar menos. Os irmãos começaram a se mostrar mais, e deixaram uma impressão marcante na história. Sendo que para mim, Kinshan está mais perto do homem normal que Ren, mas isso é da ideia de cada um.
Estou esperando pela continuação da história, que pelo que compreendi vai deixar de contar pelo lado da  Kelsey e passará a ser mostrada pela visão de Ren. Espero que seja isso mesmo, pois seria bacana ter a visão dele na história. Suas nóias, seus anseios. Vemos nas primeiras páginas do primeiro livro, dizendo como começou a maldição, mas precisa voltar. Seria menos irritante. 
Na realidade eu até recomendaria ler a saga mais por conta dos outros personagens e também por ter a oportunidade de ser apresentado a lendas antigas.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Tã Tsz Tã tã Tã Tsz....

Assisti a Missão Impossível 4 e posso afirmar, que após alguns dias a música chiclete ainda está na minha cabeça. Anfã, tirando a música, que é uma das marcas registradas, o filme é bem bacana. Tem seus momentos que, claro, como o nome-título diz, impossíveis e outros engraçados. 
Os efeitos especiais são bacanas, adorei muito em vê-los e também (SPOILER) a guria quebrando a cara de um pervertido!!! 
Ah! Algo que também achei muito, mas muito legal (e posso dizer que foi um dos melhores que já vi) foi a abertura do filme. Como a franquia de 007 e também de As Panteras, esse possui um opening. E, olha, o mais sensacional que eu vi até agora!!! Ele possui muitos spoilers, o que é bacana (eu daria muito pra poder editar algo assim também... huhuhuhu). Porém, não é algo novo, ok? Vemos esse tipo de abertura em dramas coreanos e outros filmes orientais. Anfã, foi o que mais me marcou no filme além é claro do lance da guria batendo no pervertido e a cena do prédio. 

Aqui um trailer para ficar com vontade e ir correndo pro cinema! 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Skip Beat!

trailer dorama Skip Beat!

Ok! Ok! Para quem não sabe eu sou fã de mangás e animes. E Skip Beat! é o um dos meu prediletos! Eu estou acompanhando a série via mangá desde o início, já vi ao primeiro season do anime e agora descobri através do blog http://michellevieiramva.blogspot.com/ que ele virou um dorama. Meu, estou cada vez mais apaixonada por eles! =)
A história é dita através do olhar de Mogami Kyoko, uma menina que dedicou sua vida ao amigo super star; se mudando de cidade, largando os estudos e até seus sonhos só para viver ao lado dele. O problema é que sua bolha da felicidade é estourada por ninguém menos que o próprio muy amigo. Com isso, ela parte para uma transformação em sua vida, e nela está a de se vingar dele. Para isso ela entra numa agencia concorrente da dele e começa a batalhar para virar uma super star e assim por um fim em seu passado triste. Mas é nesse momento em que ela se depara com seu kouhai, um ator que está sendo considerado como o maior astro de todos os tempos do Japão. 
É uma história bem montada, com partes engraçadas (ADORO as caras e bocas da Kyoko) e outras triste, mas que enriquecem e muito o enredo. Enfim, me apaixonei pelo mangá desde o início, o anime foi da mesma forma e agora espero enlouquecer com o dorama. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Quando estiver no túmulo poderei dizer, como tantos outros: 'terminei minha jornada' e não 'terminei minha vida'. Minha jornada recomeçará no outro dia, de manhã. O túmulo não é um labirinto sem saída; é uma avenida, que se fecha no crepúsculo e volta a abrir na aurora.
Victor Hugo (1802-1885)