segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Skip Beat!

trailer dorama Skip Beat!

Ok! Ok! Para quem não sabe eu sou fã de mangás e animes. E Skip Beat! é o um dos meu prediletos! Eu estou acompanhando a série via mangá desde o início, já vi ao primeiro season do anime e agora descobri através do blog http://michellevieiramva.blogspot.com/ que ele virou um dorama. Meu, estou cada vez mais apaixonada por eles! =)
A história é dita através do olhar de Mogami Kyoko, uma menina que dedicou sua vida ao amigo super star; se mudando de cidade, largando os estudos e até seus sonhos só para viver ao lado dele. O problema é que sua bolha da felicidade é estourada por ninguém menos que o próprio muy amigo. Com isso, ela parte para uma transformação em sua vida, e nela está a de se vingar dele. Para isso ela entra numa agencia concorrente da dele e começa a batalhar para virar uma super star e assim por um fim em seu passado triste. Mas é nesse momento em que ela se depara com seu kouhai, um ator que está sendo considerado como o maior astro de todos os tempos do Japão. 
É uma história bem montada, com partes engraçadas (ADORO as caras e bocas da Kyoko) e outras triste, mas que enriquecem e muito o enredo. Enfim, me apaixonei pelo mangá desde o início, o anime foi da mesma forma e agora espero enlouquecer com o dorama. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Quando estiver no túmulo poderei dizer, como tantos outros: 'terminei minha jornada' e não 'terminei minha vida'. Minha jornada recomeçará no outro dia, de manhã. O túmulo não é um labirinto sem saída; é uma avenida, que se fecha no crepúsculo e volta a abrir na aurora.
Victor Hugo (1802-1885)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vampiros e otras cositas mas =)

Terminei essa semana de ler mais um livro. Ok, sei que não é novidade, mas acontece que não poderia deixar de falar dessa série que adoro! Aí, vocês de novo, qual a novidade?
-.- Eu sei, adoro ler, e me apaixono a cada semana por uma série nova. Hehehe... Andei contando e cheguei na bagatela de dez. Sim, váááárias, mas todas ótimas e práticas na hora de se deixar levar pelo mundo encantado das letras.
Bom, eu estava esperando a um tempinho já para botar minhas mãos nesse volume, o que realmente não fiz ainda, mas peguei o ebook (o que quer dizer que tenho meus olhinhos nele!). Anfã, vamos ao que interessa.
Bite Club (algo como Clube da Mordida) continua contando as aventuras dos moradores da Glass House, em Morganville. Porém, essa é mais voltada para o casal Shane e Claire. Dúvidas começam a dar sinais no relacionamento desses jovens tão diferentes e tão apaixonados. A chegada de um clube novo na cidade também vira motivo de desconforto e curiosidade. Vemos um grupo de amigos mais amadurecido também. 
Não vou ficar prolongando muito sobre o livro para não causar spollers, mas posso dizer que adorei cada página dele! Lógico, que no fim você fica torcendo pelo casal mais fofo (SIIIIIM!!! Acho a Claire e o Shane fofos de mais!) contudo, você fica com aquela de é agora que o Myrnin vai dizer/fazer algo com a Claire.... hehehe
Uma curiosidade que me vejo obrigada a dividir com vocês! Na série, Myrnin e Eve são os que mais investem em termos de mostruário. Não que ambos sejam super fashionistas, mas anfã. Enquanto Eve é fashion no mundo gótico (adoro as roupas dela, não usaria em um momento tipo trabalho ou facul, apenas uma peça ou outra... mas para quem curte é bem bacana), Myrnin é um cientista maluco que gosta de misturar roupas através dos séculos. E quando digo roupas antigas, eu digo antigas mesmo.... Mas uma coisa que achei um máximo foram as pantufas de coelho com dentes de vampiro que ele adora usar no laboratório! E, claro, procurando na net achei eles!!!
 (Tipo, quero muito essas pantufas! O que meus pets iam fazer ao ver uma coisa dessas andando pela casa?)

Voltando aos livros.... A autora, Rachel Caine tinha planeja 11 volumes, mas por causar tanta popularidade e ser uma série que vem encantando muitos leitores pelo mundão a fora, foi anunciado no início dessa semana mais três livros, dando um total de 14! Não vejo a hora de poder colocar as mãos neles, ou olhos... =)

No devaneio da meia-noite, visitarei suas palavras.

Viver atrás de páginas e páginas de livros tem seu problema. Além de ser chamada de traça de livro ou rata de biblioteca quando criança, você corre o grave risco de se distanciar da vida real, da vida que te faz ser notada. Passei minha infância rodeada de heróis e homens comuns. Detetives, jogadoras de vôlei, mortos-vivos, amantes. Todos feitos através da grande imaginação de um escritor. Todos com o propósito de preencher sua alma e mente com conhecimento e deixar que o vazio da vida real e dos verdadeiros amigos não venham te perturbar. 
Amigos de papel são ótimos, com eles você chora quando foram feitos para isso, fica com raiva do mocinho boboca que não enxerga que aquela gata escultural está te dando mole, se apaixona pelo anti-heroi. Amigos de verdade, daqueles em que você põe a mão e sente o calor do corpo, a vibração do coração, você quase não o vê e se torna tão raro que começa a acreditar que esse ser a quem todos dizem ser especial não existe. 
Agradeço muito pelo fato de me escarafunchar em papéis mofados e amarelados, e outros ainda cheirando a novo quando pequena. Mas sinto de não ter apreciado tanto quanto podia e ter mantido ao máximo aquela amizade de infância. Aquela, que te viu brincar no tanque porque o verão estava escaldante, o porquê de fazer bico para certas coisas, ou de rolar os olhos para outras e ainda do sorriso contagiante porque ganhou aquele chup-chup (sim, aqui no sul chamamos assim, embora alguns teimam em dizer que é sacolé) de chocolate feito com água de torneira. Essa amizade sinto falta, apenas aquele saudosismo do que era inocente. Como tudo em nossa idade tão tenra. 
Os amigos de pequeno ainda estão aí, ainda dizem oi para você, mas é tão diferente, tão irreal que começo a pensar o que fiz de errado. Ah, sim! Dei mais atenção aos livros que aos seres humanos de carne e osso, de verdade, que choram e riem com você. Uma pena, ia valer a pena manter aqueles que te conheceram por quase uma vida.
É com o tempo que a gente aprende que tivemos muitos colegas (sua mãe e pai, ou os mais velhos, sempre te avisavam: "oh, esse não é amigo, é apenas coleguinha", mas você não acreditava e chegava a brigar com eles por conta disso, quanta inocência!) e que eles foram feitos para serem passageiros, meros transeuntes de ônibus. Pessoas, que vieram para te marcar o tempo e te ensinar que nada na vida é fácil. As amizades, aquelas verdadeiras, são difíceis, raras e que devem ser guardadas no coração e ditas aos quatros cantos da terra que ela existe e é de verdade. Os amigos, amigos mesmo, são aqueles que te dão bronca, que te abraçam e dizem o quanto és especial a ele sem se importar em beirar ao brega, que choram em momentos bons e ruins. Amigo de verdade vai vibrar com você de verdade, vai torcer por ti pelas maiores loucuras que fizeres para ser feliz e vai te orientar quando a corda está afrouxando de um lado. Afinal, amigo é aquele que precisa manter as telhas de sua casa inteira para que todos possam te ver e reconhecer o quanto és feliz.
Hoje, posso dizer que possuo isso. Conto nos dedos quantos tenho. A irmã que escolhi e que me aceita e me orienta, me dá bronca e se diverte comigo; a amore de mi vida, que me faz rir em certos momentos e refletir em outros; aquela a quem digo pra todos o quanto é foda e me orgulha de tê-la ao meu lado, mesmo que sendo por letras e Kbps, e não mais ao vivo e a cores. Aquele outro a quem digo que comeu o pão que o diabo amassou, mas ergueu a cabeça e hoje é alguém de novo. Aqueles que conheci a pouco e tenho certeza que o carinho que sinto por eles não é mero coleguismo, mas sim amizade, profunda, marcante, enebriante e engordante.
Amigos, que hoje me dizem o que fiz de errado e não tem vergonha em dizer em voz alta e na minha frente o quanto devo mudar e o quanto eu acertei. Amigos, não mais de papel, não mais herois imaginários; amigos, de carne, osso, sangue e palavras reais, que tocam. 
Vocês, meus queridos e estimados amigos são minha alma, meu éter, minha carne e sangue. Em vocês vejo que existo e que simplifico, com vocês sinto o que é preciso e procuro viver para partilhar, embora ainda esteja dando os primeiros passos nessa empreitada. Com vocês aprendi que a vida não é apenas livros, mas sim de vivência real, de alegrias e tristezas compartilhadas. De aprendizado. A todos  vocês, meus amados,  obrigada por tudo.


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(Os desenhos são meramente ilustrativos e foram pegos através do oráculo google.... )

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

reflexão torrado pelo sol...

Juan num momento de "Só uma sacudidinha para sair as pulgas, tá?!" =)


O calor deu o ar da graça aqui no sul do país. Well, não diria que eu odeio esse tempo, mas prefiro ainda mais o inverno, onde posso usar maquiagem e roupas mais quentinhas e não ficar suando que nem uma porca... mas anfã... faz parte, o Brasil, principalmente o sul dele, passa pelas quatro estações - se bem que tenho achado que ultimamente temos três (calor = verão; frio = inverno; chuva = outono/primavera). Mas é quando está mais quente que podemos ter o prazer de apreciar algo como a foto acima... heheh banhão de mangueira! (Claro, nos momentos de ensaboar o bicho se "desliga" a água - consciência!) 
E também sair para dar uma pedalada na beira-mar e ler um livro debaixo de uma árvore ou guarda-sol.... yeah nesses momentos eu definitivamente gosto do calor... =3

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

poesia... somente poesia

 Por me apaixonar cada vez por Florbela, poeta que mesmo sombria transmitia seu esplendor pelas palavras....


  

                                                                    CRISÂNTEMOS

                                           Sombrios mensageiros das violetas,  
                                           De longas e revoltas cabeleiras; 
                                           Brancos, sois o casto olhar das virgens 
                                           Pálidas que ao luar, sonham nas eiras. 
                                           Vermelhos, gargalhadas triunfantes, 
                                           Lábios quentes de sonhos e desejos, 
                                           Carícias sensuais d ́amor e gozo;
                                           Crisântemos de sangue, vós sois beijos! 
                                           Os amarelos riem amarguras,
                                           Os roxos dizem prantos e torturas, 
                                           Há-os também cor de fogo, sensuais... 
                                           Eu amo os crisântemos misteriosos 
                                           Por serem lindos, tristes e mimosos, 
                                           Por ser a flor de que tu gostas mais!

Florbela Espanca

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

The barbarian.... the blood... the vocabulary?!

Os filmes sobre bárbaros tem melhorado muito nos últimos anos. Agora não temos apenas homens musculosos, cabeludos e que possuem apenas o urro no sistema fonético. Podemos notar, que o envolvimento político bem como o conhecimento sobre as coisas melhorou e, muito. 
Em o Conan, o Bárbaro (Conan, the Barbarian) deparamos com uma das aventuras desse guerreiro de sangue nobre. Nele também encontramos a magia que há dentro da HQ, claro que nele temos algo mais profundo (o.O falei isso, no Conan? Tô louca mesmo... hehehe). Mas, como na maioria dos gibis adultos, Conan tenta colocar a política, força bruta e sexo num patamar, digamos, similar. Por se um guerreiro nascido pela guerra, não teme a morte, nem possui medos.
Isso vemos no novo filme, que como os quadrinhos coloca um trecho de suas aventuras (temos que vender, pense; começo, meio e fim não vende continuações). O mesmo acontece com o primeiro filme do Cimério, em 1982. Quando o então desconhecido Arnold Schwazenegger atuava no papel principal. Na verdade posso dizer que a versão de 2011 é uma regravação do primeiro. Um pouco melhorada, mas nem por isso posso desprezar o antigo. As diferenças entre os dois se encontra na fotografia, figurino e até mesmo na atuação. hehehe, coisas que a quase trinta anos devem fazer diferença. =)
Bom, Jason Momoa, que vive o personagem título não possui tantos dotes com relaçãao a atuação, contudo não chega aos pés - péssimos - de Schwarzenegger. O personagem dele ganha um ar mais carismático até, porém, deixamos claro que me decepcionei um pouco com ele. Achei que em Game of Thrones, Momoa se encontrava melhor com seu lado bárbaro (ele fez Kahl Drogo), anfã. Claro que com isso o novo filme perdeu um pouco daquela coisa meio brucutu "mim Tarzan; você Jane" da coisa.
Um outro diferencial, é que nesse filme deparamos com o passado de Conan. E digo que ficou bom. O menino, vivido por Leo Howard, é metido a machão, mas com um rosto angelical, e convenhamos, atua melhor que o grandão - fatos da vida, o que posso fazer....
A fotografia é bonita, no entanto senti a necessidade de mais cenas. Sei lá, algo que mostre o passado sempre pede aquelas imagens de porta retrato. O diretor Marcos Nispel preferiu, para deixar mais dinâmico, eu acho, aquela jogada de câmeras. Sabe, aquelas em que achamos que o cinegra caiu ou tropeçou na pedra? Pois é. Particularmente eu não gosto. Acho chato e massante, além de me deixar tonta demais.
O figurino, beeem, Conan não usa uma sunguinha minúscula com uma caveira na cintura (e aí as garotas dizem: aaaaaaah), mas sim roupas típicas de um personagem que vive numa região fria, como peles de animais para o duro inverno, braço coberto por malha de cota, calças (ou saia-calça?). Yeah, calças. Mas meninas, relaxem, ele aparece como veio ao mundo para nós.... ^.^
As cenas de nudez são mínimas, necessárias apenas nos momentos propícios, assim como o sexo em si. Um filme de testosterona onde não há tantos peitos, sexo... parece incrível. Em compensação acho que os óculos 3D estavam pingando sangue ao término do filme....

Ficou com gostinho de quero mais? Então, bora pro cinema!!!