segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Skip Beat!

trailer dorama Skip Beat!

Ok! Ok! Para quem não sabe eu sou fã de mangás e animes. E Skip Beat! é o um dos meu prediletos! Eu estou acompanhando a série via mangá desde o início, já vi ao primeiro season do anime e agora descobri através do blog http://michellevieiramva.blogspot.com/ que ele virou um dorama. Meu, estou cada vez mais apaixonada por eles! =)
A história é dita através do olhar de Mogami Kyoko, uma menina que dedicou sua vida ao amigo super star; se mudando de cidade, largando os estudos e até seus sonhos só para viver ao lado dele. O problema é que sua bolha da felicidade é estourada por ninguém menos que o próprio muy amigo. Com isso, ela parte para uma transformação em sua vida, e nela está a de se vingar dele. Para isso ela entra numa agencia concorrente da dele e começa a batalhar para virar uma super star e assim por um fim em seu passado triste. Mas é nesse momento em que ela se depara com seu kouhai, um ator que está sendo considerado como o maior astro de todos os tempos do Japão. 
É uma história bem montada, com partes engraçadas (ADORO as caras e bocas da Kyoko) e outras triste, mas que enriquecem e muito o enredo. Enfim, me apaixonei pelo mangá desde o início, o anime foi da mesma forma e agora espero enlouquecer com o dorama. 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Quando estiver no túmulo poderei dizer, como tantos outros: 'terminei minha jornada' e não 'terminei minha vida'. Minha jornada recomeçará no outro dia, de manhã. O túmulo não é um labirinto sem saída; é uma avenida, que se fecha no crepúsculo e volta a abrir na aurora.
Victor Hugo (1802-1885)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Vampiros e otras cositas mas =)

Terminei essa semana de ler mais um livro. Ok, sei que não é novidade, mas acontece que não poderia deixar de falar dessa série que adoro! Aí, vocês de novo, qual a novidade?
-.- Eu sei, adoro ler, e me apaixono a cada semana por uma série nova. Hehehe... Andei contando e cheguei na bagatela de dez. Sim, váááárias, mas todas ótimas e práticas na hora de se deixar levar pelo mundo encantado das letras.
Bom, eu estava esperando a um tempinho já para botar minhas mãos nesse volume, o que realmente não fiz ainda, mas peguei o ebook (o que quer dizer que tenho meus olhinhos nele!). Anfã, vamos ao que interessa.
Bite Club (algo como Clube da Mordida) continua contando as aventuras dos moradores da Glass House, em Morganville. Porém, essa é mais voltada para o casal Shane e Claire. Dúvidas começam a dar sinais no relacionamento desses jovens tão diferentes e tão apaixonados. A chegada de um clube novo na cidade também vira motivo de desconforto e curiosidade. Vemos um grupo de amigos mais amadurecido também. 
Não vou ficar prolongando muito sobre o livro para não causar spollers, mas posso dizer que adorei cada página dele! Lógico, que no fim você fica torcendo pelo casal mais fofo (SIIIIIM!!! Acho a Claire e o Shane fofos de mais!) contudo, você fica com aquela de é agora que o Myrnin vai dizer/fazer algo com a Claire.... hehehe
Uma curiosidade que me vejo obrigada a dividir com vocês! Na série, Myrnin e Eve são os que mais investem em termos de mostruário. Não que ambos sejam super fashionistas, mas anfã. Enquanto Eve é fashion no mundo gótico (adoro as roupas dela, não usaria em um momento tipo trabalho ou facul, apenas uma peça ou outra... mas para quem curte é bem bacana), Myrnin é um cientista maluco que gosta de misturar roupas através dos séculos. E quando digo roupas antigas, eu digo antigas mesmo.... Mas uma coisa que achei um máximo foram as pantufas de coelho com dentes de vampiro que ele adora usar no laboratório! E, claro, procurando na net achei eles!!!
 (Tipo, quero muito essas pantufas! O que meus pets iam fazer ao ver uma coisa dessas andando pela casa?)

Voltando aos livros.... A autora, Rachel Caine tinha planeja 11 volumes, mas por causar tanta popularidade e ser uma série que vem encantando muitos leitores pelo mundão a fora, foi anunciado no início dessa semana mais três livros, dando um total de 14! Não vejo a hora de poder colocar as mãos neles, ou olhos... =)

No devaneio da meia-noite, visitarei suas palavras.

Viver atrás de páginas e páginas de livros tem seu problema. Além de ser chamada de traça de livro ou rata de biblioteca quando criança, você corre o grave risco de se distanciar da vida real, da vida que te faz ser notada. Passei minha infância rodeada de heróis e homens comuns. Detetives, jogadoras de vôlei, mortos-vivos, amantes. Todos feitos através da grande imaginação de um escritor. Todos com o propósito de preencher sua alma e mente com conhecimento e deixar que o vazio da vida real e dos verdadeiros amigos não venham te perturbar. 
Amigos de papel são ótimos, com eles você chora quando foram feitos para isso, fica com raiva do mocinho boboca que não enxerga que aquela gata escultural está te dando mole, se apaixona pelo anti-heroi. Amigos de verdade, daqueles em que você põe a mão e sente o calor do corpo, a vibração do coração, você quase não o vê e se torna tão raro que começa a acreditar que esse ser a quem todos dizem ser especial não existe. 
Agradeço muito pelo fato de me escarafunchar em papéis mofados e amarelados, e outros ainda cheirando a novo quando pequena. Mas sinto de não ter apreciado tanto quanto podia e ter mantido ao máximo aquela amizade de infância. Aquela, que te viu brincar no tanque porque o verão estava escaldante, o porquê de fazer bico para certas coisas, ou de rolar os olhos para outras e ainda do sorriso contagiante porque ganhou aquele chup-chup (sim, aqui no sul chamamos assim, embora alguns teimam em dizer que é sacolé) de chocolate feito com água de torneira. Essa amizade sinto falta, apenas aquele saudosismo do que era inocente. Como tudo em nossa idade tão tenra. 
Os amigos de pequeno ainda estão aí, ainda dizem oi para você, mas é tão diferente, tão irreal que começo a pensar o que fiz de errado. Ah, sim! Dei mais atenção aos livros que aos seres humanos de carne e osso, de verdade, que choram e riem com você. Uma pena, ia valer a pena manter aqueles que te conheceram por quase uma vida.
É com o tempo que a gente aprende que tivemos muitos colegas (sua mãe e pai, ou os mais velhos, sempre te avisavam: "oh, esse não é amigo, é apenas coleguinha", mas você não acreditava e chegava a brigar com eles por conta disso, quanta inocência!) e que eles foram feitos para serem passageiros, meros transeuntes de ônibus. Pessoas, que vieram para te marcar o tempo e te ensinar que nada na vida é fácil. As amizades, aquelas verdadeiras, são difíceis, raras e que devem ser guardadas no coração e ditas aos quatros cantos da terra que ela existe e é de verdade. Os amigos, amigos mesmo, são aqueles que te dão bronca, que te abraçam e dizem o quanto és especial a ele sem se importar em beirar ao brega, que choram em momentos bons e ruins. Amigo de verdade vai vibrar com você de verdade, vai torcer por ti pelas maiores loucuras que fizeres para ser feliz e vai te orientar quando a corda está afrouxando de um lado. Afinal, amigo é aquele que precisa manter as telhas de sua casa inteira para que todos possam te ver e reconhecer o quanto és feliz.
Hoje, posso dizer que possuo isso. Conto nos dedos quantos tenho. A irmã que escolhi e que me aceita e me orienta, me dá bronca e se diverte comigo; a amore de mi vida, que me faz rir em certos momentos e refletir em outros; aquela a quem digo pra todos o quanto é foda e me orgulha de tê-la ao meu lado, mesmo que sendo por letras e Kbps, e não mais ao vivo e a cores. Aquele outro a quem digo que comeu o pão que o diabo amassou, mas ergueu a cabeça e hoje é alguém de novo. Aqueles que conheci a pouco e tenho certeza que o carinho que sinto por eles não é mero coleguismo, mas sim amizade, profunda, marcante, enebriante e engordante.
Amigos, que hoje me dizem o que fiz de errado e não tem vergonha em dizer em voz alta e na minha frente o quanto devo mudar e o quanto eu acertei. Amigos, não mais de papel, não mais herois imaginários; amigos, de carne, osso, sangue e palavras reais, que tocam. 
Vocês, meus queridos e estimados amigos são minha alma, meu éter, minha carne e sangue. Em vocês vejo que existo e que simplifico, com vocês sinto o que é preciso e procuro viver para partilhar, embora ainda esteja dando os primeiros passos nessa empreitada. Com vocês aprendi que a vida não é apenas livros, mas sim de vivência real, de alegrias e tristezas compartilhadas. De aprendizado. A todos  vocês, meus amados,  obrigada por tudo.


****
(Os desenhos são meramente ilustrativos e foram pegos através do oráculo google.... )

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

reflexão torrado pelo sol...

Juan num momento de "Só uma sacudidinha para sair as pulgas, tá?!" =)


O calor deu o ar da graça aqui no sul do país. Well, não diria que eu odeio esse tempo, mas prefiro ainda mais o inverno, onde posso usar maquiagem e roupas mais quentinhas e não ficar suando que nem uma porca... mas anfã... faz parte, o Brasil, principalmente o sul dele, passa pelas quatro estações - se bem que tenho achado que ultimamente temos três (calor = verão; frio = inverno; chuva = outono/primavera). Mas é quando está mais quente que podemos ter o prazer de apreciar algo como a foto acima... heheh banhão de mangueira! (Claro, nos momentos de ensaboar o bicho se "desliga" a água - consciência!) 
E também sair para dar uma pedalada na beira-mar e ler um livro debaixo de uma árvore ou guarda-sol.... yeah nesses momentos eu definitivamente gosto do calor... =3

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

poesia... somente poesia

 Por me apaixonar cada vez por Florbela, poeta que mesmo sombria transmitia seu esplendor pelas palavras....


  

                                                                    CRISÂNTEMOS

                                           Sombrios mensageiros das violetas,  
                                           De longas e revoltas cabeleiras; 
                                           Brancos, sois o casto olhar das virgens 
                                           Pálidas que ao luar, sonham nas eiras. 
                                           Vermelhos, gargalhadas triunfantes, 
                                           Lábios quentes de sonhos e desejos, 
                                           Carícias sensuais d ́amor e gozo;
                                           Crisântemos de sangue, vós sois beijos! 
                                           Os amarelos riem amarguras,
                                           Os roxos dizem prantos e torturas, 
                                           Há-os também cor de fogo, sensuais... 
                                           Eu amo os crisântemos misteriosos 
                                           Por serem lindos, tristes e mimosos, 
                                           Por ser a flor de que tu gostas mais!

Florbela Espanca

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

The barbarian.... the blood... the vocabulary?!

Os filmes sobre bárbaros tem melhorado muito nos últimos anos. Agora não temos apenas homens musculosos, cabeludos e que possuem apenas o urro no sistema fonético. Podemos notar, que o envolvimento político bem como o conhecimento sobre as coisas melhorou e, muito. 
Em o Conan, o Bárbaro (Conan, the Barbarian) deparamos com uma das aventuras desse guerreiro de sangue nobre. Nele também encontramos a magia que há dentro da HQ, claro que nele temos algo mais profundo (o.O falei isso, no Conan? Tô louca mesmo... hehehe). Mas, como na maioria dos gibis adultos, Conan tenta colocar a política, força bruta e sexo num patamar, digamos, similar. Por se um guerreiro nascido pela guerra, não teme a morte, nem possui medos.
Isso vemos no novo filme, que como os quadrinhos coloca um trecho de suas aventuras (temos que vender, pense; começo, meio e fim não vende continuações). O mesmo acontece com o primeiro filme do Cimério, em 1982. Quando o então desconhecido Arnold Schwazenegger atuava no papel principal. Na verdade posso dizer que a versão de 2011 é uma regravação do primeiro. Um pouco melhorada, mas nem por isso posso desprezar o antigo. As diferenças entre os dois se encontra na fotografia, figurino e até mesmo na atuação. hehehe, coisas que a quase trinta anos devem fazer diferença. =)
Bom, Jason Momoa, que vive o personagem título não possui tantos dotes com relaçãao a atuação, contudo não chega aos pés - péssimos - de Schwarzenegger. O personagem dele ganha um ar mais carismático até, porém, deixamos claro que me decepcionei um pouco com ele. Achei que em Game of Thrones, Momoa se encontrava melhor com seu lado bárbaro (ele fez Kahl Drogo), anfã. Claro que com isso o novo filme perdeu um pouco daquela coisa meio brucutu "mim Tarzan; você Jane" da coisa.
Um outro diferencial, é que nesse filme deparamos com o passado de Conan. E digo que ficou bom. O menino, vivido por Leo Howard, é metido a machão, mas com um rosto angelical, e convenhamos, atua melhor que o grandão - fatos da vida, o que posso fazer....
A fotografia é bonita, no entanto senti a necessidade de mais cenas. Sei lá, algo que mostre o passado sempre pede aquelas imagens de porta retrato. O diretor Marcos Nispel preferiu, para deixar mais dinâmico, eu acho, aquela jogada de câmeras. Sabe, aquelas em que achamos que o cinegra caiu ou tropeçou na pedra? Pois é. Particularmente eu não gosto. Acho chato e massante, além de me deixar tonta demais.
O figurino, beeem, Conan não usa uma sunguinha minúscula com uma caveira na cintura (e aí as garotas dizem: aaaaaaah), mas sim roupas típicas de um personagem que vive numa região fria, como peles de animais para o duro inverno, braço coberto por malha de cota, calças (ou saia-calça?). Yeah, calças. Mas meninas, relaxem, ele aparece como veio ao mundo para nós.... ^.^
As cenas de nudez são mínimas, necessárias apenas nos momentos propícios, assim como o sexo em si. Um filme de testosterona onde não há tantos peitos, sexo... parece incrível. Em compensação acho que os óculos 3D estavam pingando sangue ao término do filme....

Ficou com gostinho de quero mais? Então, bora pro cinema!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

babando por mais uma série

Adoro ler, sei que já escrevi em algum dos meus posts... mas é inevitável repetir isso após uma leitura que te agrada.
Sou fã de variados tipos de leitura, mas que me fascinam eternamente são policiais, histórias fantásticas com personagens fantásticos, como vampiros, fadas, anjos... ai, ai é tanto que nem sei como me aguento! hehehe
Bom, essa semana eu terminei mais uma série. Julie Kagawa, assim como outras escritoras do ramo infanto-juvenil e fantástico (sim AMO essas histórias para adolescentes! Cheias de conflitos, aventuras e comédias, nada mais apreciativo do que isso.... ^.^) escreve maravilhosamente! Me apaixonei pelas suas histórias e seu jeito de escrever. 
Sua série, Iron Fey (algo como os feéricos de ferro.. yeah estranho né?! eu também achei... por mim soa melhor como fada ou elfos... mas anfã) conta a história de Meghan Chase, uma adolescente que tem a vida virada de ponta cabeça. Para salvar seu irmãozinho ela parte para o mundo das fadas na companhia de seu grande amigo Puck. Lá encontra o amor, o misterioso (e maravilhoso) Ash, faz amizades estranhas, como o sarcástico e fofo Grim (Ok, Grim não é fofo, mas é um gato e suas ações são mesmo o máximo, dá vontade de apertá-lo como a Felícia, hehehe).
Estou na espera do próximo livro que será lançado em outubro e não vejo a hora de lê-lo!! Meu o que esses escritores fazem para ser tão viciantes?? =3


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Bunny! Bunny!

Estou viciada em um seriado que é ao mesmo engraçado e comercial demais.. ok, ok qual seriado que possui comédia como um dos plots não seja comercial? hmmm.. pergunta difícil, mas vamos deixar passar para o que importa que é a razão por eu estar escrevendo este post... heheh
Tiger & Bunny é um anime criado por Masafumi Nishida e com direção de Keichji Satou e Masakazu Katsura como o designer dos personagens. Yeah, grandes nomes do mundo da animação rodam esse anime cercado por lutas entre mechas, ou melhor, homens (mulhers e crianças também conta aqui, viu?) com poderes sobrenaturais, super heróis, que lutam contra o mal que cerca uma cidade no futuro. Não, não é Tókio nem mesmo Nova York, mas diria que é um misto entre cidades americanas e japonesas... O que levou a imaginação desses gigantes das artes as alturas.
O anime possui como personagens centrais a dupla Koketsu Kaburagi e Barnaby Brooks Jr. Dois heróis que tem como missão conseguir trabalhar em dupla e também combater a criminalidade na cidade de Sternbild City. Juntamente com outros heróis essa dupla passa por momentos difícies e outros hilários, razão da qual me afeiçoei sinceramente a ele. Kaburagi é Tiger, um combatente do crime com poderes de super força, e com um passado um pouco triste por conta da perda de sua amada. Embora viesse a minha mente que com tudo isso ele se tornaria um homem frio, é justamente ao contrário, a maior parte das cenas cômicas é dada justamente por ele. 
Já Barnaby, ou Bunny, como foi apelidado pelo seu companheiro de luta Tiger, é um jovem com um passado obscuro e triste, mas ao contrário do nosso protagonista Tiger, ele é totalmente sério e direto ao ponto.
A Sunrise, detetora dos direitos da animação no Japão, resolveu inovar no quesito merchandising e o que vemos nos quadros animados são muitos, mas muitos comerciais. Nele encontramos nomes conhecidos de muita gente como Pepsi, SoftBank. Acredito, e após conversar com uma amiga tive que aceitar tal opinião, que isso é uma forma de adquirir fundos pois diferente do resto do mundo, a animação no Japão é um mercado muito competitivo e que ultimamente tem trazido poucos fundos.
Bom o que surpreende nesse desenho de 25 episódios é a quantidade fãs pelo país nipônico e outras partes do mundo. Como forma de atrair ainda mais o público a Sunrise irá divulgar seu último episódio simultaneamente entre a TV e o cinema. E pelas más línguas diz-se que chegou a uma média de 60 mil pessoas pagantes para assistir na grande tela! "Eternal Immortality"será exibido no dia 17 de setembro.
Não vejo a hora para assistir... mas ao mesmo tempo não quero dar adeus ao meu querido Tiger... *.* LOL!!!

Trailer que encontrei sobre a série... heheh mas o anime é baum ˆ.ˆ

Ah! se você é expert em japonês tente acompanhar os uploads no site oficial: www.tigerandbunny.net




domingo, 14 de agosto de 2011

A tudo um centro...

 "Ele envia moscas para feridas que ele devia curar."

O quanto uma mente pode seguir com um conceito de linearidade? Você por certo já se perguntou de onde vemos? Como fomos criados? Perguntas que por mais que seja preenchida pela fé ou pelo ceticismo continua na busca por algo concreto.
Bem, em A Árvore da Vida (The tree of life) Terrence Malick tenta transpor através da película tudo aquilo que sente e acredita. Suas dúvidas aparecem em imagens vivas, inebriantes. Malick, diretor conceituado por trabalhos marcantes como Além da Linha Vermelha (The Thin red Line), de  98, tenta mostrar somente por imagens, com pouquíssimas narrações, o que o homem sente perante àquilo que não compreende. 
Com a presença de Brad Pitt e Sean Penn o filme narra a história de uma família americana e principalmente do filho mais velho deles, Jack. O ideal de toda a narrativa é tentar entender as tramas que Deus forma para nós. O porquê da perda de alguém a quem tanto amamos, o sofrimento que isso gera e a revolta por trás de tudo. Mas além disso, é a redenção para um bem maior, o encontro com a fé e a esperança de que um dia suas respostas serão dadas e tudo aquilo a quem tentamos lutar contra enfim acaba. A paz interior como diriam os mais zens.
O filme em alguns momentos chegam a lembrar aos documentários da National Geografic, cenas de parar o fôlego e encantar àqueles apaixonados por imagens marcantes (eu sei estou repetitiva, mas foi o que mais me marcou nesse filme de duas horas e meia). A linearidade não é levada em conta e, pode-se perceber isso ao tentar entender os vais e voltas. 
A luz é presença marcante nesse filme, a fotografia outro estupor de vida e tudo regado a batalha entre a crença e o cetismo. Além de nos encontrarmos com a luz e a iluminação presente sempre que nos deparamos com o escuro, temos também a água, e, segundo alguns críticos, é a representação da vida, do útero materno.
Vencedor da Palma de Ouro, em Cannes, A Árvore da Vida coloca com exatidão como a mente humana funciona, a loucura que temos diante da dor e da incompreensão da vida. Como o próprio título diz, o centro da vida é representado por uma evolução humana que tende a ser intocada até o momento em que duvidamos de nós mesmos.

                                                         A Árvore da Vida, discussão sobre crença, redenção e fé.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

americans... this is your hero!

O que dizer de super heróis??? Fortes, capacidade acima do normal em ajudar os mais fracos, empatia com o público, perseverança.
Well, isso é o que você encontrará em quase todos os filmes de heróis que temos hoje. O mais novo no mercado cinematográfico é Capitão América. E posso dizer que é um do melhores filmes do gênero que já assisti. Ele se adequa, exclusivamente, ao contexto do gibi, ou como diriam os mais avançados a HQ. A história bate em quase tudo; a forma como foi criado, como surgiu o Caveira Vermelha, e como o Capitão América aparece jovem quase sessenta anos depois. Temos que levar em conta que no papel ele foi descongelado na década de 90, mas isso não tem importância na atualidade - muitos morrem e sobrevivem, viram clones, enfim, loucura dos editoriais de quadrinhos.
Se você não é a fã de americanos e da forma eles dizem que são os seres mais importantes do mundo, recomendo que não vá assistir ao filme. Ele é exatamente isso, o que bate ao contexto da HQ, sim, Capitão América é o homem que salva o mundo da II Guerra Mundial, mas, HELLO!!! O gibi foi criado para exaltar o povo que passava por dificuldades na época, então  nada mais conivente que fazer dessa forma né?!
Os efeitos especiais são bacanas, as piadinhas geeks estão em seus pontos certos, mas claro que tem seus deslizes, afinal é um filme para alegrar os olhos femininos e a alma adolescente dos marmanjos, não foi criado para dar uma noção da vida para os homens.
Mas recomendo mesmo assim. Me diverti bastante com ele e, também com todos os relacionados com a série Avengers, ou Vingadores. Por isso, se você querido leitor for tentado a ver esse filme, por favor espere pelos letreiros que a Disney liberou um pedacinho, um teaser por assim dizer, do próximo filme a ser lançado em 2012.
Vale a pena!


E ah! Para aqueles que assistiram e ficaram com a pulguinha atrás da orelha... sim o cara que faz o papel de Steve Roger é o mesmo ator que fez o Tocha Humana no filme do Quarteto Fantástico! =)
                                                         Trailer filme Capitão América! Tudo de bom ^_^

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Você sabe como um brucutu cumprimenta outro brucutu?

Só com um balançar com a cabeça. =)

Sei que ainda não escrevi nenhum post sobre o Anime Friends e minha estadia em Sampa, mas esse aqui é sobre uma série da qual estou apreciando cada página!
Falo de Instrumentos Mortais, de Classandra Clare. Leve e fácil de compreender a série retrata a vida da adolescente Clarissa Fray. Otaku, fora do esquadro da sociedade escolar é a típica adolescente que prefere a vida com os seus mangas e desenhos à pessoas reais. Sua vida dá uma reviravolta quando ela se encontra com um grupo de garotos tatuados e presencia um assassinato. 
Segundo Cassandra Clare o mundo é repleto de seres míticos, tais com Nephilins, vampiros, lobisomens, magos e fadas. O problema é que os humanos ditos normais não podem vê-los, porque não possuem o poder da visão. Uma boa saída para isso, não?
Com muitas aventuras, humor e até romance fazem dessa série uma das melhores que li para o público juvenil. A autora criou cada personagem com esmero, por assim dizer também. Vemos o egocêntrico, o sarcástico e até mesmo o nerd sendo retratados por jovens com problemas que os mais normais possuem, como "por que eu não consigo passar de fase nesse jogo?" É, eu sei isso é total nerd, mas me encontrei bem com os livros. Durante a jornada de leitura me identifiquei com a personagem central, Clary (otaku, adora desenhar para abstrair a mente, e não é lá cheia de amigos), e me apaixonei pelos outros como, Simon (nerd total, fã de jogos, possui uma banda que não toca música, e possui um sarcasmo sensacional), Jace (loiro, lindo, cheio de conflitos emocionais) e Magnus (mago, hilário e sarcástico também).
Uma coisa que me deixou bem contente é que este é o primeiro livro que leio em que retratam uma otaku; ela discute seriados conhecidos como Trigun, Dragon Ball, Naruto e Angel Sancturay!! Jogos de RPG e outros games também recebem comentários. Me senti felizarda com a leitura! =)
Enfim, precisava relatar isso e de que estou precisamente alucinada pelo quinto livro da série! Chega logo 2012!!!
Capa do livro Cidade dos Ossos, primeiro da série Instrumentos Mortais.

terça-feira, 21 de junho de 2011

música de qualidade

Eles são londrinos, amigos e tocam violoncelo desde a infância. Fazem muito sucesso no youtube sendo que em menos de três meses tiveram mais de cinco milhões de acessos! Tocam desde músicas de Michael Jackson passando pelo rock'n roll como Guns'n Roses. Não é para menos que atualmente fazem um tour por toda a Europa. Aqui disponibilizo dois vídeos desses rapazes.

smooth criminal


welcome to the jungle


fontes: http://michellevieiramva.blogspot.com/
            http://www.2cellos.com/events

domingo, 19 de junho de 2011

tricota, tricota

Porque eu gosto de little big planet; porque estou gostando de tricotar... =3

sábado, 4 de junho de 2011

I'm the Beaver.... (sigh)


Sabe aquela sensação de solidão, de não ter ninguém ao seu lado que o entenda? Pois é isso um sintoma chato da depressão. Embora essa seja uma doença que cresce mundialmente (chegam a dizer que é uma doença do novo mundo), pouco tentam compreendê-la. Elas às vezes vem linkada com o stress. A pressão do dia a dia no trabalho, a família, os amigos, tudo é motivo para mostrar o quão bom ou importante você é. 
Em The Beaver, ou Um novo despertar, dirigido por Jodie Foster e estrelando Mel Gibson e Anton Yelchin relata sobre isso. Um homem que tinha tudo para ser alguém de sucesso, mas se vê rendido a essa doença desgraçada. Tenta de tudo para acabar com isso, mas só com a ajuda do amigo imaginário "Beaver"é que ele consegue dar um novo rumo ao que poderia se chamar vida.
O filme prende por essa luta descontrolada e também pela sua família. Mostra como cada um tem um problema. Você que tem filho por acaso passaria por ele ao buscá-lo na escola porque se parece com todo mundo??? Pois é, aí você tira.
Mas problemas quem não tem? Esse é o mote do filme, a busca por um sentindo que todos buscam. O que faz você se levantar e começar a encarar a luz fraca que aparece ao fim de um túnel, ou àquele cara mal encarado que você tenta desviar toda vez que o encontra na escola. Sim, buscar soluções que o faça se desenvolver e crescer. 
Mel Gibson está ótimo como um apático Walter Black, protagonista-antagonista do filme e seu alterego The Beaver. Anton Yelchin também, o filho de um lunático que não pretende ser como o mesmo.
Recomendo o filme não por ele ter Mel Gibson ou Jodie Foster no elenco, mas por tratar de um assunto delicado de um jito bacana, que o faz tentar procurar a entender a si mesmo. 

 "I'm THE BEAVER, so look my trailer and go watch the movie!"


quarta-feira, 18 de maio de 2011

"If you have a sin, you have a life".

Priest, com Paul Bettani no papel título, é o novo filme de aventura/terror que chegou aos cinemas no último fim de semana. A história veio dos manhwas (mangás coreanos) de mesmo nome. Porém ele é um pouquinho diferente.
Na película, a história se passa numa Terra devastada por conta da guerra entre homens e vampiros. Vampiros aqui são bem diferentes dos que conhecemos. Eles são feios, monstros sedentos por sangue. Nessa Terra, os humanos vivem confinados em cidades com enormes muralhas, criadas para se protegerem desses seres cruéis. Seus protetores, ou guardiães são os padres, homens e mulheres treinados pela Igreja para vencer essas criaturas bestiais. Com poderes sobre humanos eles aprendem a usar vários tipos de armas e a dominar o território em que se encontram. O diferencial com o manhwa está em que no filme os padres não usam armas de fogo. Claro existem outras peculariedades entre os dois, a começar pela própria história. Diremos então que a película é um novo enredo. -.-
Priest tenta capturar o telespectador pelo visual, com jogo de luz e sombra ele toma-se por um ambiente obscuro e depreciativo. O enredo não é muito forte, deixa alguns pontos a desejar, não fecha bem alguns personagens deixando buracos sobre o que cada um faz ou deixa de fazer. Os atores, por outro lado são excelentes. Nomes de peso foram convocados para esse blockbuster.
Mas apesar de tudo isso eu fiquei com uma vontade imensa de ler o manhwa! Tipo assim, como é a história, o que ela tem de diferente do filme, quem é o Priest. Sim, parece loucura mas o filme deixou um brecha para uma continuação ao qual pretendo assistir (se ela houver).

O trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=-VNczhWD2ao

terça-feira, 10 de maio de 2011

é épico!

O que dizer do novo seriado da HBO, Game of Thrones, ou Guerra dos Tronos, no bom e velho português? Eu posso dizer que é sensacional! A HBO realmente sabe lançar bons seriados, a exemplo True Blood e The Pacific. O lançamento dessa série de 10 episódios me deu uma dimensão do que ela pode chegar.
A fotografia é pra lá de maravilhosa, bem como os atores (alguns velhos conhecidos da telona). =)
Não vou traçar muito por aqui sobre o seriado hoje, até porque seria muita pretenção falar de algo se vi apenas UM único episódio. Mas posso deixar claro que escreverei sempre que puder sobre ele. Sei que ele foi baseado nos livros de mesmo nome (o que estou a procura pra lê-los ^.^) e que vem para abalar as estruturas daqueles amantes de RPG e histórias épicas.
Game of Thrones está passando todo domingo às 21h no canal à cabo HBO.

O trailer para que assistas e fique, assim como eu, com vontade ver mais e mais!
http://www.youtube.com/watch?v=HGAeydSFlqM

sábado, 7 de maio de 2011

tigresa fotogênica

Só porque eu tô empolgada e achei a foto maravilhosa!

A tigresa Akasha mergulha em sua piscina no parque em Vallejo, no estado da Califórnia (EUA) atrás de um pedaço de carne.






Judas Gaga

Não sou fã do estilo que Lady Gaga canta, mas dos clips já são outros quinhentos. Acho sensacional a forma como são gravados, editados e direcionados. Como podemos ver, esse também não é diferente. =)
Judas causou expectativas na comunidade religiosa, que mesmo antes de ser lançado foi duramente criticado. Bom não é para menos, esse disco, Born this way veio para mexer um pouco com as pessoas. Ela quer mostrar o diferente e causar. Conseguiu.

                                                       Capa do novo disco: Born this way.

Pra quem quer ver o novo clip:

terça-feira, 3 de maio de 2011

O ósculo ardente

Após descobrir o que significa ósculo, palavra bonitinha para beijo (sério prefiro a atual, é mais sensual, né?) resolvi colocar o poema que me fez o dia.... lindo né? Camilo Pessanha, mais um poeta presente no rol dos autores que tenho que estudar esse semestre.

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ESTÁTUA


Cansei-me de tentar o teu segredo:
No teu olhar sem cor, frio escalpelo,
O meu olhar quebrei, a debatê-lo,
Como a onda na crista dum rochedo.

Segredo dessa alma e meu degredo
E minha obsessão! Para bebê-lo
Fui teu lábio oscular, num pesadelo,
Por noites de pavor, cheio de medo.

E o meu ósculo ardente, alucinado,
Esfriou sobre o mármore correto
Desse entreaberto lábio gelado...

Desse lábio de mármore, discreto,
Severo como um túmulo fechado,
Sereno como um pélago quieto.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Vovó, que olhos grande você tem...



A Garota da capa vermelha (Red Ridding Hood) lembra um pouco a história fantástica de Chapeuzinho Vermelho, o primeiro conto, não a versão florida a que todos conhecem. O enredo passa-se num vilarejo distante, onde as pessoas o conhecem apenas pela fama. A de que a cada lua cheia é preciso trancar-se em casa e deixar uma oferenda para O Lobo. Aqui também difere da moral com relação ao conto conhecido, ela é mais romanceada, pelo fato, acredito, para agradar mais as garotas que irão assistir ao filme.
Para quem conhece os trabalhos da diretora Catherine Hardwike verá sua assinatura em muitos pontos. Entre eles, o início com uma cena área sobre a região em que ocorre a história, muito gelo seco, luz sobre as copas das árvores. Sim, ela sabe como trabalhar com fotografia, mas acredito que isso passa a ser um pouco clichê. Lembro que enquanto assitia ao filme me recordei das cenas de seu trabalho mais conhecido pela turma adolescente, Crepúsculo (Twilight). Muitos takes parecidos, como as viradas de câmeras, os closes dos olhos, dos rostos dos personagens centrais, até o cabelo do antagonista do filme de vampiros se parece. Uma pena.
Alguns pontos fortes ao filme posso deixar para os atores, claro. Gary Oldman aparece como um padre caçador de lobisomens (bem caricato por sinal). Adoro esse ator em especial, acho seus trabalhos sensacionais. Amanda Seyfried que vive a donsela, nada indefesa, está bem com o papel. Mas como todo o filme me deixou transparecer que faltou algo. Como diria o dito popular: "faltou tempero". É um trailer bacana, não posso negar, mas não passa disso.
Esse é mais uma das inúmeras adaptações dos contos infantis. A anos fazem leituras diferenciadas dessas histórias. Para meninos temos o italiano Pinóquio, há também Peter Pan e mais recentemente Em busca da Terra do Nunca (Finding Neverland). Para as meninas temos Cinderela (Ever After), de Drew Barrymore, Alice no país das maravilhas (Alice in Wonderland) - aqui cheio de efeitos que lembro um mundo fantástico gótico, típico do diretor Tim Burton, que o colocou sua versão mais atualizada e totalmente diferente dos outros anteriores. Uma versão mais cool de a Bela e a Fera (Beastly), mais nova iorquina, com linguajar mais adolescente e por fim Chapeuzinho Vermelho.
Adolescente, com trilhas num estilo meio emo de ser, fotografia buscando o escuro, o sombrio. Enfim, um filme que foi feito para assistir, assim como quem não quer nada, espairecer um pouco a mente e perceber pontos diferentes daquele que ouvias quando sua mãe lia para você.

Para assistir e ficar com gostinho:

Se quiseres saber um pouco da versão original da Chapeuzinho acesse aqui:

sexta-feira, 22 de abril de 2011

só por estar apaixonada por Florbela =)


EU...

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...

Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber por quê...

Sou talvez a visão que alguém sonhou.
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!

                                                  Florbela Espanca

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Até logo... até logo.... até logo... até logo.....

"Jornalismo está em tudo." Essa frase ouvi de um professor de redação jornalística há tempos atrás. Você vê pauta (título dado para o assunto que vai virar matéria ou entrevista) em tudo. Desde o bibelozinho da sua tia pendurado na estante até a queda de um ditador. Basta você encontrar e saber usar cada assunto. Os programas diários precisam lidar com tudo isso todos os dias. Não é uma tarefa fácil, os números de audiência que sobem e descem a cada segundo martela a cada instante na mente dos editores e produtores.
No filme, Uma manhã gloriosa (Morning glory), com Harrison Ford, Diane Keaton e Rachel McAdams, fala desse aspecto na TV. Claro, por se tratar de um filme ele foi romanceado. A história se volta em Beck Fuller, uma jornalista em busca de emprego após perder o seu próprio numa empresa de TV. Desesperada, após ouvir da mãe que sonhar só traz esperança ao fracos, aceita o trabalho de produtora num programa falido.
Sua missão é elevar a audiência de um dos programas matutinos mais tradicionais da TV americana. Por ser nova em uma empresa, é lógico que ninguém gosta - de início - ela irá tentar conquistar os durões e um deles é Mickey Pomeroy, interpretado aqui pelo excelente Harrison Ford. Velha guarda do jornalismo, premiado e reconhecido mundialmente, esse jornalista está literalmente em fim de carreira. É um personagem durão, mas com coração de manteiga (clichê eu sei...). Ford está sensacional nesse papel, adorei suas caras (na maior parte única, caricata). Nos seus quase 70 anos seu charme, contudo, ainda está em voga e esse galã sessentão empresta um pouco do seu Indiana Jones para esse homem egoísta.
A fotografia é, em alguns momentos, lindíssima. Uma boa sacada do diretor é uma sequência de cenas sobre a montagem do jornal, onde uma música erudita toca em conjunto com cenas dos bastidores do jornal. Maravilho ver as funções que vejo todos os dias no meu trabalho exposta à minha frente na tela grande como mágica. O diretor de imagem surge como um maestro empunhando a batuteta, dizendo através de seu púpito qual câmera, onde deve estar cada apresentador/repórter para o enquadramento (romanceado, porque é um pouco diferente da realidade).
Infelizmente esse filme não foi feito para o público não jornalista, por não aproveitar bem os personagens (Mickey Pomeray ficou um pouco apagadinho, ou o romance da produtora Beck). Contudo, como a maoria dos filmes esse possui uma moral, bonitinha, igual a livros infantis como Chapeuzinho Vermelho. Você é humano, não um robô, portanto viva! Ficar focado apenas no trabalho verás a vidar passar diante de si e arrependarás no futuro. Uma moral a todos que vivem apenas no trabalho, e principalmente ao jornalista, que fica focado em procurar matéria a todo o tempo e esquece que um dia tem vida própria.

Gostinho de quero ver:

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Lobato

Estava querendo postar alguma coisa mas sem ideias até ver que hoje é o aniversário de Monteiro Lobato. Ele que foi um dos meus autores preferidos na infância. Alguém ainda se lembra dos pedidos da professora para algum livro infantil que você tenha que ler e trazer para sala? Pois bem, o meu foi As reinações de Narizinho. Uma obra prima perfeita para quem quer começar a entrar em um mundo sem volta ao universo das letras.
Monteiro Lobato criou personagens marcantes para aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer suas obras. Narizinho, Saci, Emília, Visconde de Sabugosa, Dona Benta, tia Anastácia. Foram tantos que enumerá-los é complicado. Até hoje sou fã da boneca de pano que ganhou vida e se tornou ícone do que é a mente infantil, da liberdade imaginativa. Alguns de seus personagens ganharam vida fora de seus livros, caso de Dona Benta que virou capa de livro de receitas. Em meados da década de 50 e depois em 60, 80 e finalmente 2000 o pessoal do sítio ganhou serialização em TV. Foram milhares de crianças que tiveram a oportunidade de conhecer essa obra maravilhosa.
Claro que ele não escreveu apenas para crianças, mas foram com elas que ele se tornou conhecido e apreciado. Embora hoje muitos digam que seus livros tem conotação racista e que não devam mais fazer parte dos bancos escolares (na real acho um absurdo esse projeto que tende a proibí-los), acredito que eles sim devem fazer parte do imaginário infantil. É com ele que muitas conhecem personagens do folclore nacional, o homem/garoto do interior.


terça-feira, 5 de abril de 2011

como vc fala?

Ler, ler, ler!!!
Sempre é bom, falo isso direto que ás vezes chega a ser chato. Anfã!
O bom de voltar aos bancos escolares é a quantidade de livros que agente tem acesso, pelo menos de títulos. Estou com um sem par para ler com O vendedor de passados, do autor africano José Eduardo Agualusa. Ainda não o li, mas já sei que preciso fazê-lo ainda nesse mês. Nessa mesma reta tenho mais um grande português para ler.
Outra coisa que me chama a atenção ainda são como as palavras são faladas pelas pessoas. Cada região tem seu jeito de falar, ou sotaque, como preferir. Uma de nossas atividades é tentar ver como o pessoal da nossa região fala. Algo que aprendi lá, até os 16 anos você normalmente adquire o sotaque da região em que você viveu. No meu caso o sul do estado (agora entendi porque o pessoal daqui, Floripa, me zoa quando falo alguma palavra com um /r/ mais puxado... -.-). São coisas assim que me fazem querer aprender, conhecer algo diferente e novo. Ler dá essa oportunidade, conversar, conhecer o diferente também.
Então gente, leia! Converse! Se divirta com os colegas, amigos e desconhecidos que um dia venham a se tornar uma boa lembrança em sua mente. =)

segunda-feira, 21 de março de 2011

ei, avisasse alguém?... oops!

Quando você sai num fim de semana, por acaso avisa a alguém?
Seria bom.
Pelo menos essa é a moral da história que o filme 127 horas conta. Ela mostra os dias fatídicos que o alpinista Aron Ralston, aqui vivenciado pelo ator James Franco, sofre ao ter que amputar seu braço direito depois que ele ficou preso por uma pedra no meio do deserto em Utah, Estados Unidos. A película começa como qualquer outra normal, um rapaz se arruma apressadamente para um dia de aventuras numa região de canions. Era para ser um simples sábado, escalando, divertindo-se. Contudo, algo dá errado. Uma "pequena" pedrinha cai por sobre seu braço após escorregar numa parte da escalada. O dia que seria calmo de repente se torna tenso. Pois ele se lembra que não avisou ninguém, não deixou bilhete algum sobre onde estava ou o que fazia.
O filme por si é tenso, mostra a ansiedade do personagem ao se dar conta desse pequeno e indiferente deslize. Concordo com o médicos que dizem que as cenas são fortes. Fiquem preparados! Como são momentos de sobrevivência, claro que as partes nojentas, como beber a própria urina, aparece. Mas a pior com certeza é a cena da amputação. Tiro o chapéu para Danny Boyle que criou o take, o ator que interpretou com esmero e a equipe que capturou cada detalhe de uma única vez! Em entrevistas para divulgação do filme, Boyle informa que utilizou a ajuda de médicos de verdade para criar a cena com total perfeição. E deu certo!
Ela choca, mas é através desse choque que ele vem dizer: "ei, quando saires de casa avise alguém pra onde você vai..."
Ao fim, temos a chance de conhecer o verdadeiro Aron. Filme bom, super indicado, mas que recomendo que assista no conforto do seu lar, se você se impressiona fácil.

Trailer pra ficar com jeitinho de quero mais: http://www.youtube.com/watch?v=OlhLOWTnVoQ

segunda-feira, 14 de março de 2011

Tsunami

A semana que passou ocorreu uma série de desastres naturais em terras orientais. Digo no plural, porque para mim o terremoto seguido de um tsunami é algo para ser dito no plural, mas enfim. O Japão sofreu um dos mais fortes terremotos registrados desde 1900, cerca de 8,9 na escala Richter. Com um tremor tão forte, um onda gigante se formou e devastou algumas regiões ao norte do país.
Muita gente conseguiu escapar por conta do aviso, mas cerca de duas mil pessoas morreram e outras tantas encontram-se desaparecidas. É um caso desolador, mas que não foi maior por conta da tecnologia e da organização que o país possui.

Mesmo assim, é difícil para alguém ver tudo o que conquistou ser perdido, assim, com o levar das ondas. As imagens que correm a rede são assustadoras, devastadoras e marcantes. Pessoas do mundo inteiro estão se unindo para ajudar a um povo que, como a fênix, aprendeu a se reerguer sem reclamar. A mim, por enquanto ficam palavras de apoio e oração. Gostaria de estar lá para ajudar, seja dando informações aos daqui, seja como corpo de ajuda. Dizem que o jornalista é um urubu disfarçado, concordo em parte. Somos caçadores de desgraça, mas também de renovação, de solidariedade e força. Buscamos informações e fatos que possam alimentar a esperança daqueles que estão longe.
Caso queiram alguma informação sobre alguém da terra do sol nascente, a Cruz Vermelha liberou um link para consulta de brasileiros que vivem por lá.

Caso queiram ajudar de alguma forma, as organizações não governamentais pedem que enviem dinheiro, pois é o método mais barato e rápido para garantir ajuda. A Cruz Vermelha americana está disponibilizando um site para doações:

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ilegalmente

Ser imigrante não é fácil. Principalmente se você se mudou para um país sem ser aceito legalmente. A vida que a imigração ilegal proporciona não pode ser dita como legal, nem posso afirmar que seja ruim ou boa. Muitos filmes, livros e reportagens mostram como a vida dessa pessoa é ou foi durante sua estada no país de seus sonhos. Massacre no bairro chinês, original San suk si gin, tem como fundamento a vida de imigrantes chineses ilegais no Japão (sim gente, não é só os EUA que tem esse problema!). É um filme sério, difícil e algumas vezes tenso.
Jackie Chan dá a vida a Tieto (nas dublagens americanas ele se torna Nick, o porquê da mudança de nomes eu não sei, mas achei meio estranho) um mecânico que abandona sua vida na China para ir atrás de sua namorada que foi ao Japão tentar ser rica. Ele passa por muitas dificuldades até encontrar seu grande amor. É através dele e seus companheiros que conhecemos a vida dos imigrantes ilegais, quais trabalhos estão fadados a ter e o que podem fazer para se tornar legais. A criminalidade, nesse ponto se tornou um ponto forte para eles. Não digo que todo ilegal tem que entrar na criminalidade para se tornar alguém dito como cidadão do país ao qual almejou, mas nesse filme em específico foi demonstrado essa visão. (por favor se você for tentar imigrar para outro país tente de forma correta e legal, ok?)
É um dos filmes mais sérios de Chan, que ficou conhecido por seus trabalhos cômicos em meio a filmes de ação. Em algumas entrevistas concedidas durante a divulgação do filme Karatê Kid, Chan afirma que este filme foi muito difícil de fazer devido a carga dramática a que ele dispõe. A batalha pscicológica e moral que ele trava é demonstrada durante todo o período da película.
Digo que gostei por ser sobre um assunto que até então não conhecia a fundo, e também por ver um lado que desconhecia da atuação de Jackie Chan. Não consegui ver ao filme na versão original, apenas na dublagem em inglês, que afirmo ser um pouco sofrível, como delay no áudio, ou traquejos que os atores fazem durante a atuação que não entra na versão em outras línguas (nada contra os dubladores, aliás, os brasileiros ficaram melhor nisso, mas sou a favor das versões originais com legenda).

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vida pelo pincel.


Norman Rockwell foi um famoso artista norte-americano. Ele ficou mais conhecido por seus trabalhos para as capas da revista The Saturday Evening Post. Para mim, seus trabalhos mostram um realismo sem medidas. São fotografias que ganhavam forma pela ponta de seu pincel e que recontam o dia a dia da pessoas do país.
Caso você possa ir até o país do Tio Sam, ou more por lá, vale a pena ir ao museu que contém suas obras. Ele fica situado em Stockbrigde, Massachussets. Vale a pena.

Site do museu: http://www.nrm.org/

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Socialize-se

Meio que a contra gosto assisti a A Rede Social. O que dizer? A princípio me passou como um filme sessão da tarde. Sem muito mais a acrescentar sobre a vida nerd de uma pessoa. Tranquilinho, daqueles que se você dormir não vai se perder no meio da história.
Já aviso que a vida de nerd não é lá muito diferente daquele seu vizinho que vive 26h das 24h do seu dia em meio ao mundo virtual. Se olharmos mais ao fundo, no entanto, vemos como foi criado o Facebook, rede social que tinha como princípio conseguir sexo fácil. Sim essa é melodia que cantam todo o tempo no filme. Me decepcionou um pouco em ver que não exploraram muito o personagem, talvez seja proposital. Para mim, Mark Zuckerberg é um homem frustrado no amor, maxista e frio. Possui um hall pequeno de amizades, mas na real pra quê muitos amigos quando o essencial é ter aquele que ali a todo o momento (precisando ou não) pra te apoiar e dar críticas construtivas?
O enredo se passa no meio de um processo sobre a autoria do facebook. Foi inteligente a forma como criaram a história, estilo Lost, flashbacks tapam os buracos que entram todo o tempo na tela. Não é dada uma visão pessoal do diretor, que deixa o telespectador à vontade para discutir quem é o errado e quem é o certo.
A Rede Social está concorrendo ao Oscar desse ano e entre as premiações a de melhor diretor e ator soltaram aos olhos. Não vi a todos os filmes ainda, mas para mim ainda há outros favoritos na corrida.

Trailer:

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Você não pediu nada.

"O que é pior Alzheimer ou Parkinson? Ahhh... Parkinson, claro! Porque não há nada pior que desperdiçar a cerveja!" Essa piada gira a maioria da roda de amigos, mas ela não é engraçada. É triste, deprimente brincar, rir de algo que desconhece e não sabe a dor que infligi.
As pessoas podem viver com a doença, conviver com outras pessoas portadoras ou não, sem que isso atrapalhe o seu bem estar. Claro, que o seu bem estar depende do outro que o acompanha, do carinho e da compreensão daqueles que decidiram conviver com ele. Uma delas me acompanha de perto, mas a outra veio através de um filme que assisti a pouco tempo. Amor e outras drogas, com Anne Hathaway e Jake Gyllenhal nos papéis principais, narra de forma simples e compreensiva a vida de duas pessoas de mundo diferentes. Jamie Randall é um homem que vive para a luxúria. Sexo é seu nome e sobrenome. Bonito, inteligente e de boa lábia conquistas mulheres de uma facilidade comovente. Vem de uma família de médicos, mas desiste dessa vida para se dedicar as vendas. O mundo dos remédios se torna a sua vida a partir de um ponto. E é a partir dele que encontramos Maggie Murdok. Artista, liberal, simpática. Sua força e beleza fascinam esse homem. Esse fascínio toma um rumo que ele adora, o sexo. A maior parte da película vemos corpos nus. Bom colírio para as mulheres que irão ao cinema para encontrar um Jake Gyllenhal como veio ao mundo.
No decorrer da história descobrimos como a gigante Pfizer ficou ainda mais conhecida, sim é um filme que remete a nome de remédios, logo as suas fábricas aparecem em todo o momento - uma mensagem subliminar? Jamie Randall é o galanteador que se apaixona, da mesma forma que descreve com precisão a bula de remédios ele usa o corpo a serviço de Maggie. Há momentos engraçados, claro, como quando tenta falar a frase "eu te amo". Maggie não aceita com facilidade esse amor incondicional que o jovem rapaz diz sentir por ela. O fato é simples, a moça é portadora de Parkinson. Então um filme que falaria só de remédios de repente anuncia uma doença conhecida por todos.
Com cerca de seis milhões de pessoas portadoras em todo o mundo o Parkinson é uma doença progressiva neurológica que tem como consequências tremores, lentidão de moviementos, rigidez muscular, desiquilíbrio, alteração da fala e da escrita. Não é fatal, mas é difícil tanto para o portador quanto para quem convive com ele. Vemos isso no filme, nos momentos em que Maggie tenta cortar um papel, o pegar um copo com água. Por ser artista vemos mais mensagens descritas em seus trabalhos e no encontro de portadores que acompanha em certo momento do filme.
O filme é bonito, dramático, envolvente. Com momentos reflexivos, perguntas formam o tempo na mente como "você seria capaz de cuidar por toda a vida de um portador? Você pode achar gracioso limpar a bunda de um bebê, mas será que acharias o mesmo se tivesse que fazer a seu pai, mãe ou a pessoa a quem jurou amor eterno? Aguentaria ver a degeneração humana, a transformação do antes viril em fraco e impossibilitado? Limparia por dias, meses, a baba que cai de sua boca para que não molhe o peito?"
É triste, cruel pensar um dia sequer sobre essas possibilidades. O amor verdadeiro atura, chora, corta a alma em ver a quem ama se transformar em lagarta novamente, mas o faz, o suporta, apoia. Muitos desistem dessa tarefa por não querer apagar o que há de mais belo a saúde, a beleza, a virilidade. Não os culpo. Isso é um fardo que poucos conseguem carregar, para mim essas pessoas possuem um espírito afortunado. Os demais são peças de um jogo nulo que vão, tentam, mas falham.
Não se preocupe, todos falham, essa é a natureza humana. Não se enganar e buscar lapidar a confiança daquele a quem você ama. Se falhamos de um lado podemos ganhar em outro. A vida é repleta de opções, basta seguir seu instinto para descubrir qual rumo seguir.


Associação Brasileira de Parkinson: http://www.parkinson.org.br/explorer/index.html
Associação Brasileira de Alzheimer: http://www.abraz.com.br/


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O que há depois que os olhos se fecham?

Além da Vida (HereAfter), com Matt Damon atuando como um dos personagens centrais da trama é um filme para pensar. O tema é forte, muito debatido pelo mundo inteiro, a morte e sua obscuridade, o que há por tras dela, para onde vamos depois que fechamos os olhos para sempre? Ele não responde a pergunta totalmente, mas nos deixa respostas subliminares, que  te levam a pensar muito.
Não vou dizer que esta película é motivante, não, ela é parada em alguns pontos, pesada em outros e capaz de fazer o mais descrente pensar duas vezes antes de discutir o assunto. Damon faz um homem com o dom da visão, ou uma maldição - como o próprio persongem coloca -, algo que o impende de viver uma vida completa e feliz. Incapaz de prosseguir qualquer relacionamento se vê debatendo sobre sua existência. Em outra ponta da história temos a vida de uma jornalista completamente desfragmentada após sobreviver ao Tsunami que ocorreu nas Filipinas e matou milhões de pessoas. Cécile de France é a atriz responsável por encarnar Marie uma famosa, inteligente e esperta jornalista que se encontra em um mundo diferente do seu e tem sua vida virada do avesso. Se não bastasse tanta desgraça nos deparamos com outra persongem, na realidade duas. Em outro ponto do globo, em Londres (sim a história se passa em três lugares diferentes: Paris, Londres e São Francisco) dois irmãos corajosos e amoros são separados de forma brusca e estúpida. Os meninos Frankie e George Mclaren encarnam Jason e Marcus de tal forma que se torna impossível não se emocionar com eles.
Impactante, extasiante, emocionante e reflexivo esses são os adjetivos que encontro para esse filme. Sem mais nem menos. Um filme em que a pipoca se entala na garganta e o refrigerante se torna um refúgio para as lágrimas. Um filme que faz você dar uma volta em si mesmo e começar a pensar sobre o que é sua vida e o que existe após o fim dela.
Além da vida é dirigido por ninguém menos que Clint Eastwood (eu particularmente sou fã desse homem de traço forte e sério). Ator, diretor, produtor, famoso por filmes westerns (em que o enquadramento do seu rosto de lado com os olhos estreitados e um cigarro na boca era sua marca registrada), atuou também em Um punhado de dólares (A Fistful of Dollars), de 1964, onde sua triologia o lançou para o mercado internacional. Após muitas idas e voltas como ator embarcou no mundo da direção na qual arrebatou Oscars e outras premiações importantes como Academic Awards em Sobre meninos e lobos (Mystic River), de 2003. Sua marca agora não é apenas aquele jeito de machão, mas sim a reflexão, o tom pesado de seus filmes.

Veja. Reflita. Aceite.